Em dezembro passado, a Audi anunciou uma nova iniciativa que visa explorar a dimensão social geral da condução autônoma. Os resultados chegaram e a montadora tirou algumas de suas próprias conclusões.
Um dos maiores desafios dos veículos autônomos é como eles lidarão com situações perigosas. Há alguns anos, a Mercedes declarou corajosamente que seus carros fariam da proteção dos passageiros uma prioridade e, ao fazê-lo, também anteciparam as descobertas da Audi.
A montadora diz que o carro só pode fazer o que está programado para fazer porque não é um ser de pensamento, raciocínio, não importa o quão avançado possa ser. “Ele pode e só vai tomar as decisões e valores éticos das pessoas que o projetam, e aplicá-los sem sua própria interpretação”, diz o estudo.
A Audi cobre uma série de outros tópicos relacionados ao futuro dos drones, como legislação, estacionamento e muito mais. Outra questão importante que preocupa muitos é a vulnerabilidade dos carros autônomos aos hackers. A Audi observa que, na realidade, os veículos autônomos não serão mais vulneráveis do que outros veículos. Ao mesmo tempo, a marca reconhece que se as vulnerabilidades são descobertas e exploradas, o perigo se torna mais sério.
O estudo também analisa como a infraestrutura precisará mudar para integrar melhor esses veículos e como o próprio design automotivo mudará para um foco maior no interior. Também deixa claro que os primeiros veículos autônomos provavelmente não poderão dirigir em qualquer lugar, pois a infraestrutura terá um papel nesse aspecto.
2022-06-05 15:35:38
Autor: Vitalii Babkin